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Existe muito pouco o que ler sobre arquitetura no cinema. É uma área praticamente inexplorada pelos pesquisadores, principalmente pelos que deveriam ser os principais interessados, os da área de arquitetura e urbanismo.

Principalmente para alertar que os estudos sobre essas relações merecem ser estimulados. Seria possível criar inúmeras categorias de abordagens, cada uma mais repleta do que a outra em termos de exemplificações (2).

De antemão, adianto que concordarei placidamente quando, ao término da leitura deste texto, o leitor reclamar que deixei um monte de filmes importantes fora. E podem esquecer: aquele filme que cada um esperava que eu fosse falar sobre arquitetura no cinema, provavelmente não vai ser nem sequer mencionado, porque a representação da arquitetura no cinema é muitíssimo mais numerosa do que se poderia fazer caber numa palestra (1). Sendo assim, o melhor mesmo será conformar-se e ficar apenas nos exemplares cinematográficos selecionados: Meu Tio; Blade Runner, O Caçador de Andróides; e O Show de Truman, O Show da Vida, cânones legitimamente representativos da matéria em cima da qual vou tentar trabalhar.

Até porque para isto, foi necessário separar-me de filmes extremamente importantes e significativos, relegando-os corajosamente a um desolador abandono.

Contudo, esses três filmes parecem fortes o suficiente para ilustrar uma trajetória que a arquitetura moderna vem atravessando no cinema.

Mais ainda, podem ser considerados emblemáticos dessa trajetória.

Last modified 02-May-2015 03:55